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As Libras, a Língua Brasileira dos Sinais, é utilizada na educação e na comunicação de pessoas com deficiência auditiva. Agora, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criaram um programa de computador capaz de traduzir textos para essa linguagem.

O programa conta com um personagem 3D na tela (avatar) que reproduz os sinais utilizados pelas Libras. Justamente pela tridimensionalidade, a pessoa pode mudar o ângulo de visão para compreender melhor a mensagem.

De acordo com os pesquisadores, o programa poderá ser adaptado a equipamento como tablets e celulares, e também deverá ser importante não apenas para facilitar o acesso dos deficientes auditivos ao ambiente virtual, mas também aos ouvintes que desejam aprender Libras.

Pesquisa publicada no Journal of Physiology mostra que uma dieta rica em açúcar pode retardar o cérebro e prejudicar a memória e o aprendizado. Realizado na Universidade de Califórnia, nos Estados Unidos, o estudo comparou ratos que recebiam uma dieta rica em frutose (açúcar das frutas) com outros cuja dieta tinha menos desse componente.

Os resultados mostraram que, ao serem submetidos a testes de memória, os ratos que consumiam mais açúcar apresentavam piores resultados. Além disso, eles também tinham maior dificuldade de aprender caminhos. Porém, os que receberam doses de ácido docosahexaenóico (DHA), presente no Ômega-3, conseguiram encontrar melhor a saída do labirinto no qual o teste foi realizado.

Os pesquisadores acreditam que consumir menos açucares e aumentar as doses de ingestão de alimentos ricos em Ômega-3 possam proteger o cérebro contra problemas de memória e aprendizagem.

 

Mães que ganham muito peso durante a gestação podem estar prejudicando o futuro da saúde do filho. A literatura médica mostra que o ganho de peso da mãe durante a gravidez pode fazer com que os bebês sofram de obesidade na adolescência e infância. Uma nova pesquisa, desenvolvida em Israel, reforça essa afirmação, mostrando que existe uma relação entre o peso da mãe e as taxas de pressão, açúcar e gordura do sangue em adultos de 32 anos.

“Nós sabemos que os eventos que ocorrem no começo da vida do feto têm conseqüências a longo prazo para a saúde da pessoa na vida adulta”, explica a pesquisadora Hagit Hochner, da Hebrew University of Jerusalém. “Em uma época de ‘epidemia de sobrepeso’ no mundo, é importante saber os fatores que estão envolvidos no desenvolvimento do sobrepeso e outros riscos de saúde. Essa compreensão faz com que seja essencial identificar essas janelas precoces de oportunidade nas quais nós podemos intervir para reduzir os riscos de doenças crônicas na vida adulta”, completa.

Você prefere os alimentos quentes ou frios? Pois saiba que essa escolha interfere no sabor da comida. Segundo pesquisadores da Universidade de Brock, no Canadá, mudanças na temperatura de alimentos e bebidas das têm um efeito sobre a intensidade de azedo, amargo e adstringente.

A pesquisa mostrou que a temperatura influenciou, principalmente, os sabores adstringentes, amargo e azedo, mas foi menos intensos nos doces. “Para alguns indivíduos, a temperatura só pode provocar sensações gustativas. Estes indivíduos parecem ser mais sensíveis aos gostos em geral”, dizem os pesquisadores.

As descobertas foram publicadas na revista Chemosensory Perception.

A estação do ano na qual um bebê nasce pode influenciar a forma como ele se desenvolverá. De acordo com a literatura médica, alguns dos fatores influenciados são hábitos alimentares, a visão, defeitos congênitos, traços de personalidade e a saúde mental.

“Por exemplo, infecções maternas – uma mãe pode ter mais chances de pegar gripe durante o inverno. Isso aumenta o risco? Ou a dieta. Dependendo da estação, algumas comidas – frutas, vegetais – estão mais ou menos disponíveis, e isso pode causar impacto no bebê em desenvolvimento”, explica o pesquisador Sreeram Ramagopalan, da Universidade Queen Mary, na Inglaterra. “Outro candidato chave é a vitamina D, que está relacionada à exposição solar. Durante o inverno, com a falta da luz do sol, as mães tendem a ser deficientesem vitamina D”, completa.

Ramagopalan acredita que compreender as causas desse efeito pode dar origem a técnicas de prevenção de doenças, proporcionando mais saúde e bem estar a gestantes e bebês.

Criar metas para nossas vidas é algo comum, mas que pode gerar frustrações quando essas não são alcançadas. Então, o que fazer quando isso acontece? Pesquisadores buscaram em mulheres que enfrentaram e venceram o câncer de mama a resposta para essa questão.

Realizado na Universidade de Concórdia, no Canadá, a pesquisa mostrou que a capacidade de reconstruir os próprios objetivos, definindo novas metas, melhora o bem-estar emocional e diminui o sedentarismo e os sintomas físicos da doença.

De acordo com os pesquisadores, apesar da maioria das pessoas sentirem dificuldades para redefinir suas metas, a pesquisa mostrou aquelas que conseguem fazê-lo adaptando-as à situação que se vive, alcança melhores níveis de bem-estar geral.

O ideal de corpo feminino perfeito divulgado pela mídia é irreal. Esse fato pode levar mulheres a se sentirem inadequadas e extremamente insatisfeitas com seus próprios corpos, se tornando adeptas de diversas formas de comportamento insalubre.

Mas alguns fatores nas vidas dessas mulheres podem fazer com que elas se sintam bem consigo mesmas apesar de seus corpos não seguirem os padrões de perfeição. Uma pesquisa feita sobre o tema na Universidade do Arizona (Estados Unidos) abordou a hipótese de que práticas de bem estar podem levar a uma visão saudável da imagem corporal. Os resultados do estudo mostraram que o apoio familiar e técnicas de controle de estresse podem proteger essas mulheres contra a baixa auto-estima e problemas como os distúrbios alimentares.

“É particularmente importante para mulheres desenvolverem valor próprio que não seja inteiramente baseado na aparência e construírem resiliência contra as pressões que elas possam receber de suas famílias, amigos, e a mídia”, escrevem os pesquisadores.

Já se foi o tempo em que a orientação sexual tinha apenas três categorias: homossexual, bissexual e heterossexual.  De acordo com proposição de pesquisadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, é preciso acrescentar mais duas novas categorias às já adotadas: “majoritariamente heterossexual” e “majoritariamente homossexual”.

Os pesquisadores propõem a adição dessas categorias com base em um estudo sobre sexualidade realizada via Facebook com 1.676 pessoas, no qual 20% das mulheres e 9% dos homens se identificaram como “majoritariamente heterossexual.” Com isso, essas pessoas querem dizer que se relacionam com pessoas do sexo oposto, mas não deixa de ter atração por pessoas do mesmo sexo.

“Em outras palavras, ter mais sexualidade em relação ao mesmo sexo não significa necessariamente ter menos sexualidade em relação ao sexo oposto,” disse Savin-Williams, coordenador da pesquisa. De acordo com os cientistas, uma escala em cinco categorias abarcaria melhor as descrições de orientação sexual.

O sal é uma substância essencial para a saúde, sendo que a quantidade diária necessária para a manutenção do nosso bem estar é aproximadamente 350mg. Mas seu consumo exagerado pode causar diversos problemas para o corpo.

Para o pesquisador Graham MacGregor, da Universidade de Londres, a adição do sal à comida é “a maior causa de pressão alta, e a pressão alta é a maior causa de morte no mundo inteiro”. Ele explica que evidências mostram que o sal causa a morte prematura da mesma forma que o tabagismo.

Para controlar o consumo de sal, as pessoas devem ser cuidadosas com a quantidade adicionada à comida que elas mesmas preparam e estar atentas à quantidade presente em alimentos comprados prontos.

Quando se pensa em autoestima, logo se imagina na aparência física. Contudo, estudo da Universidade do Arizona mostra que se sentir bem deve ir além das convenções de magreza. Segundo os pesquisadores, a insatisfação que muitas mulheres apresentam em relação a seus corpos pode levar a transtornos alimentares.

Pesquisa realizada com 301 jovens universitárias mostrou que aquelas cuja família e amigos elevavam sua autoestima, as valorizando não apenas pela sua forma física, mas também por suas habilidades, eram mais confiantes e felizes.

Por outro lado, as que eram pressionadas pela família e amigos a alcançar o ideal “magro e belo” tinham menor autoestima e maior propensão a desenvolver transtornos alimentares. Para os pesquisadores, as mulheres precisam desenvolver um senso de auto-estima que vá além da forma física, pois assim poderão lidar com as pressões familiares, de amigos e da mídia.

De acordo com um novo estudo desenvolvido nos Estados Unidos, mães podem não perceber que seu bebê está acima do peso ideal.

Mais de dois terços das mães que participaram da pesquisa não conseguiram julgar corretamente o tamanho dos seus filhos, sendo que as mães de bebês que estavam acima do peso tinham a visão menos objetiva. Cerca de 94% dessas mulheres subestimaram o tamanho real das crianças e muitas delas disseram estar satisfeitas com o peso do filho.

A pesquisa indica que muitas vezes os pais podem não ser capazes de identificar o quão pesados os seus filhos realmente são.

O estudo foi publicado no periódico Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine.

Atletas jovens e do sexo feminino demoram mais tempo para se recuperar de contusões, afirmam os pesquisadores da Michigan State University. De acordo com Tracey Covassin, coordenadora do estudo, a pesquisa acompanhou durante dois anos 300 atletas que apresentaram contusões.

Os resultados mostraram que os atletas mais jovens apresentaram maior risco para a Síndrome do segundo impacto, que é quando uma segunda lesão vem com efeitos mais intensos. As mulheres apresentaram pior desempenho que os homens em testes de memória visual e relatavam maior número de sintomas após a contusão.

Os resultados foram publicados no American Journal of Sports Medicine, e, segundo Covassin, indicam a necessidade de desenvolvimento de tratamentos específicos de acordo com o sexo e a idade do atleta.

 

Que a cor da pele pode indicar maior ou menor sensibilidade e predisposição a problemas nesse órgão não é novidade. Agora, pesquisadores da Universidade do Colorado demonstram que a cor dos olhos pode ser, também, um indicador de risco.

De acordo com os pesquisadores, pessoas com olhos azuis podem ser menos propensas a ter vitiligo – doença autoimune que resulta na perda de pigmentação e forma manchas irregulares brancas no corpo e cabelo e que pode aumentar as chances de desenvolvimento de outras doenças auto-imunes, como doenças da tireoide, diabetes tipo 1, artrite reumatoide e lúpus.

Já pessoas com olhos castanhos podem ser menos propensas a desenvolver melanona – o tipo mais perigoso de câncer de pele. O estudo foi publicado pela revista Nature Genetics.

A osteoporose é vista por boa parte da população como um mal feminino, que oferece poucos riscos aos homens. Mas eles também devem se preocupar com a prevenção dessa doença, e esportes podem ser benéficos nessa questão.

De acordo com um novo estudo, a prática de esportes durante quatro horas por semana, feita por homens na adolescência e juventude, aumenta a massa dos ossos, dando proteção contra o desenvolvimento da osteoporose na idade avançada dessas pessoas.

“Homens que aumentaram sua atividade de carga de peso entre os 19 e 24 anos não apenas desenvolveram mais osso, mas também tinham ossos maiores quando comparados a homens que foram sedentários durante esse mesmo período”, explica o pesquisador Mattias Lorentson, da Universidade de Gothenburg, na Suécia.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Bone and Mineral Research.

Os transplantes de órgãos salvam milhares de vida por ano, mas ainda existem casos onde a operação não pode ser feita por falta de recursos. Agora, o Ministério da Saúde vai ampliar o investimento na prática de transplantes de órgãos e medula óssea, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União no dia 3 de maio.

Com isso, os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) receberão recursos de acordo com o número de tipos de transplantes que forem capazes de fazer. O Ministério prevê que mais de R$217 milhões sejam investidos para ampliar o número de cirurgias e incentivar os hospitais a ampliarem suas atividades, passando a fazer tipos mais complexos de transplantes, como coração, fígado e pulmão.

O cooper, uma forma de exercício físico que fica entre a caminhada e a corrida, divide especialistas e pesquisadores. Desde a década de 70 são feitos debates que buscam determinar se a prática é benéfica ou não, mas uma nova pesquisa demonstra que os efeitos do exercício podem ser muito positivos.

De acordo com um estudo sendo feito em Copenhagen (na Dinamarca), a prática do cooper entre uma ou duas horas e meia por semana, a uma velocidade lenta ou média, pode aumentar a expectativa de vida em 6,2 anos para homens e 5,6 anos para mulheres.

“Os resultados da nossa pesquisa permitem que nós possamos definitivamente responder a questão de o cooper ser bom para a saúde”, explica Peter Schnohr. “Nós podemos dizer com certeza que (a prática cotidiana do) cooper aumenta a longevidade. A boa notícia é que você não precisa realmente fazer muito para colher os benefícios”, completa.

A pesquisa foi apresentada no encontro EuroPRevent2012 em Dublin, na Irlanda.

 

O que fazer para viver melhor? Além de cuidar da saúde do corpo, é fundamental cuidar da saúde de mente, e, para envelhecer emocionalmente bem, é fundamental deixar de lado o pesar pelas oportunidades perdidas e o arrependimento.

Pesquisadores da University Medical Center Hamburg-Eppendorf, na Alemanha, usaram exames de ressonância magnética funcional (fMRI) para comparar a atividade cerebral de três grupos de pessoas: jovens, idosos deprimidos e idosos saudáveis, que se submeteram a um jogo no qual podiam ganhar ou perder tudo no final.

Os resultados mostraram que, ao descobrirem as chances que tinham perdido nos jogos, fez com que, na rodada seguinte, os jovens e idosos deprimidos assumissem mais riscos, o que não aconteceu com os idosos saudáveis. Os dois primeiros grupos apresentaram mais alterações de estresse e ansiedade, o que não foi observado nos idosos saudáveis.

O que faz com que algumas pessoas sejam motivadas e ambiciosas e outras sejam preguiçosas? De acordo com um novo estudo, a química cerebral de cada um pode ser a responsável por essa diferença.

A dopamina, um químico que desempenha diversos papéis no cérebro, está associada à ética de trabalho e também à negligência, dependendo da quantidade e da área cerebral de atuação.

“Para a nossa surpresa, nós também encontramos uma região diferente do cérebro (…) que mostrou um relacionamento negativo forte entre o nível de dopamina e a vontade de trabalhar muito”, explica o pesquisador Michael Treadway, da Unversidade Vanderbilt.

A descoberta pode afetar a forma como algumas doenças são tratadas, como o déficit de atenção e a depressão. “Nós achamos que parte do que acontece na depressão é alguma alteração na motivação e parte do ímpeto para esse estudo foi trabalhar em direção a um modelo que seja capaz de testar o papel da motivação na depressão. Isso pode ser uma forma de acessar o lado motivacional da depressão”, completa, Treadway.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Neuroscience.

Reza a lenda que primos não podem se casar, menos ainda ter filhos, porque as crianças correm risco de nascerem doentes. Mas, será que isso é mesmo verdade? Segundo pesquisadores da Universidade de Murdoch, na Austrália, os riscos à saúde de se casar com um primo têm sido exagerados pela sociedade.

Em alguns lugares do mundo a prática do casamento consanguíneo é proibida, como, por exemplo, em 31 dos 50 estados norte-americanos. No Brasil, a união entre primos é permitida, mas entre outros parentes, como tios e sobrinhos, é proibida por lei.

O geneticista Dr. Alan H. Bittles, que acaba de publicar um livro sobre o assunto, Consanguinity in Context (A consanguinidade em contexto, em tradução livre), diz que realmente existem chances de os filhos de primos herdarem doenças genéticas. Contudo, esse risco é de 3% a 4% maior do que no resto da população, e, mesmo assim, só se houver casos de anormalidades genéticas na família. “Para mais de 90% dos casamentos entre primos, o risco [de ter um filho com uma anomalia genética] é o mesmo da população em geral”, diz Dr. Bittles.

A amamentação é fundamental para o crescimento do bebê e para o fortalecimento da relação entre a mãe e o filho, mas será que a prática traz apenas benefícios?

De acordo com uma nova pesquisa, publicada no periódico American Sociological Review, a amamentação pode diminuir os ganhos financeiros da mulher. No estudo, as participantes que amamentaram os filhos por mais de seis meses tiveram um declínio financeiro durante o primeiro ano de vida do filho.

“Muitos estudos anteriores ao nosso mostram que mulheres que trabalham têm probabilidades menores de amamentarem. Isso realmente demonstra que pelo menos na forma como o trabalho é organizado agora nos Estados Unidos, parece haver uma incompatibilidade entre a amamentação de longa duração e o emprego para muitas mulheres”, explica a pesquisadora Phyllis Rippeyoung.

Pesquisadores da Universidade de Washington analisaram 1.088 pares de gêmeos e concluíram que aqueles que dormiam menos de sete horas por noite apresentavam maior índice de massa corporal (IMC) e maiores influências genéticas no IMC.

A pesquisa determinou que para gêmeos que dormem menos de sete horas, as influencias genéticas eram responsáveis por 70% das diferenças no IMC, 4% era de responsabilidade do ambiente em comum dos pares e 26% dos ambientes individuais.

Jpa para os gêmeos que dormiam mais de nove horas, os fatores genéticos foram responsáveis por 32% da variação de peso, a contabilidade do ambiente comum subiu para 51% e o ambiente único para 17%.

O estudo foi publicado na revista especializada Sleep.

Segundo cientistas da Universidade MacMaster, no Canadá, os médicos precisam ser mais cautelosos na hora de receitar antidepressivos, pois esses podem colocar em risco a vida do paciente.

Ao analisar os efeitos dos antidepressivos no organismo dos pacientes, para além das mudanças no humor, os cientistas descobriram que os riscos do consumo desses medicamentos são maiores do que seus benefícios.

Quem faz uso prolongado de antidepressivos pode ter problemas com estimulação e função sexual; problemas no desenvolvimento dos espermatozoides em homens; problemas de desenvolvimento em crianças; disfunções digestivas, como diarreia, constipação, indigestão e flatulência; além de sangramento anormal e risco de acidente vascular cerebral (AVC) em idosos.

 

Pessoas que procuram pensar de forma analítica podem acabar acreditando menosem Deus. Pesquisadoresda University of British Columbia, no Canadá, desenvolveram um estudo que mostra que a crença religiosa surge de um sentimento intuitivo e instintivo.

A conclusão da pesquisa aponta que as crenças na religião são apoiadas pela intuição, mas se as pessoas escolhem ser mais analíticas em suas reflexões, isso promoverá o ateísmo. De acordo com o pesquisador Will Gervais, o estudo não debate o valor da religião. Tanto o pensamento analítico quanto o processamento intuitivo promovem as crenças religiosas e são igualmente importantes.

“Ambos são ferramentas úteis. Ultimamente esses estudos estão observando fatores cognitivos que podem influenciar a crença ou a descrença, mas eles não têm nada a dizer sobre a racionalidade inerente ou o valor da religião”, explica Gervais. “É importante enfatizar que todo mundo tem esses dois sistemas. Todo mundo pode pensar intuitivamente e analiticamente, e não é o caso de que o sistema intuitivo está sempre errado e o analítico está sempre certo”, completa.

 
 

Sapatos de saltos altos têm lugar garantido no armário da maioria dos armários femininos.  Contudo, seu uso freqüente e por longos períodos pode causar dores nos pés, corpo e coluna. Isso acontece porque a posição que os pés ficam dentro dos sapatos causa uma pressão que desequilibra em toda musculatura do corpo responsável pela locomoção.

Para prevenir as possíveis dores, alguns exercícios podem ajudar. Confira a lista:

Fortalecer a panturrilha: os músculos da panturrilha são os que mais sofrem com o uso de saltos. Para torná-lo mais fortes, basta apoiar a pontas dos pés em um degrau e deixar o peso do corpo sobre eles. São necessárias três series de 15 movimentos diariamente ajuda a fortalecê-lo.

Alongamento da panturrilha: alongar os músculos é fundamental. Para alongar a panturrilha, deite-se no chão e mantenha a perna elevada por 15 segundos. Repita o movimento dez vezes em cada perna.

Alongamento dos músculos de trás das coxas: para alongar esses músculos, basta colocar a perna em uma cadeira e se inclinar levemente o corpo para frente a fim de alongar a perna. Os movimentos devem ser feitos dez vezes e mantido por volta de 15 segundos.

 Fortalecimento do abdômen: esses exercícios ajudam a manter o equilíbrio e a estabilidade. Para fortalecê-los, deite-se de barriga para cima, com os joelhos dobrados apoiando a planta dos pés no chão, encolha a barriga, levando o umbigo para dentro.

Alongamento músculos das costas: rápido e fácil de fazer, esses exercícios diminuem as dores de lordose (aumento anormal da curva lombar) causada pelo salto alto. Após ficar totalmente ereta, tente encostar os dedos nas pontas dos pés sem dobrar os joelhos. Não é necessário encostar nos pés. Fique assim por  dez segundos e repita dez vezes.

Ratinhos que sofrem de ansiedade correm riscos maiores de desenvolverem casos mais sérios de câncer do que exemplares tranquilos da espécie.

Em uma pesquisa desenvolvida na Universidade Stanford (nos Estados Unidos), ratos que demonstraram ter personalidades ansiosas – que hesitavam ao explorarem áreas potencialmente perigosas – tinham probabilidades maiores de enfrentarem casos invasivos de câncer de pele. Os estudiosos acreditam que isso pode acontecer devido aos danos que o estresse causa no sistema imunológico desses animais.

“Já é ruim que o diagnóstico e o tratamento do câncer gerem estresse e ansiedade, mas este estudo mostra que a ansiedade e o estresse podem acelerar a progressão (da doença), perpetuando um ciclo vicioso”, explica o pesquisador Firdaus Dhabhar. “O objetivo é melhorar ou eliminar os efeitos da ansiedade e do estresse crônico, pelo menos na hora do diagnóstico do câncer e durante o tratamento”, completa.

Você já parou para pensar o porquê os seres humanos atuais passaram a ter mais filhos do que seus antepassados? Segundo estudo publicado na revista científica “PLoS One”, ao se tornarem carnívoros, nossos antepassados passaram a desmamar seus filhos antes e a engravidar mais vezes.

O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, comparou 67 espécies de mamíferos e encontrou uma relação entre o hábito de comer carne e o desmame precoce. Eles descobriram que os bebês de todas as espécies param de mamar quando seus cérebros atingem um determinado grau de desenvolvimento.

A dieta dos carnívoros é considerada mais rica que a dos herbívoros ou onívoros, e, por isso, eles chegam a esse ponto de desenvolvimento antes. Logo, o tempo de desmame é mais rápido, o que permite que a fêmea engravide mais vezes.

O estilo de vida que jovens adultas levam pode influenciar a idade na qual essas mulheres entrarão na menopausa, aponta um estudo desenvolvido no Institute of Cancer Research no Reino Unido.

O fator que pareceu exercer a influência mais forte foi o tabagismo, sendo que mulheres que tinham esse hábito na juventude entraram na menopausa dois anos antes do que mulheres que não fumavam. O peso também mostrou ser importante. Jovens obesas entraram na menopausa em média um ano depois do que as participantes da pesquisa que tinham peso normal.

Os pesquisadores não sabem dizer ao certo se a saúde geral e o estilo de vida estão mudando a idade de início da menopausa, mas o estudo indica que é possível estabelecer essa relação.

A pesquisa foi publicada no periódico American Journal of Epidemiology.

Dia 26 de abril é o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) promoverá em várias capitais do país atividades de conscientização. Esse ano o slogan da campanha é “Menos Sal, Menos Pressão, Mais Saúde”.

A intenção é induzir a população a consumir menos sal durante as refeições. Em média, os brasileiros ingerem 12g de sal por dia, sendo que o ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde, é de 5g. De acordo com os especialistas, é importante que as pessoas passem conferir nos rótulos dos produtos a quantidade de sal. Para isso, basta multiplicar por 2,5 o valor de sódio que está presente no rótulo e você terá a quantidade de sal presente naquele alimento em miligramas.

O consumo exagerado de sal leva a problemas de pressão arterial, que leva a acidentes vasculares cerebrais (AVC) e infartos, além de problemas cardíacos.

 

 

 

Usuários de cocaína perdem duas vezes mais massa cerebral do que pessoas que não têm esse comportamento. Com o envelhecimento, é normal que o cérebro perca volume ao longo do tempo, perdendo massa cinzenta, mas o hábito de usar essa droga acelera o processo, dobrando a perda de volume anual.

A perda da massa cinzenta está ligada a diversos problemas típicos do envelhecimento, como a perda de memória e o declínio de outras habilidades cognitivas. Os pesquisadores responsáveis pela descoberta (feita na Universidade de Cambridge, na Inglaterra) afirmam que é importante que tratamentos para o vício em drogas abordem a questão e desenvolvam métodos de lidar com esse problema.

Cada vez mais interativos, os videogames estão exigindo do jogador participação ativa, ou seja, já se foi o tempo que videogame era sinônimo de ficar sentado no sofá durante horas. Se a prática tem sue lado positivo, consumindo energia, por outro pode causar lesões devido ao movimento repetitivo dos braços e pernas.

Os especialistas explicam que os videogames interativos levam a pessoa a uma atividade física para a qual, muitas vezes, não está preparada. Os maiores erros são a postura inadequada e as longas horas contínuas de jogo, que podem levar a lesões nas mãos, dedos, ombros de cotovelos. O ideal é que a pessoa se alongue antes de jogar e que não ultrapasse uma hora de jogo contínuo.

 

Você está prestes a saborear aquele sorvete delicioso e geladinho, e, na primeira mordida, sua cabeça dói repentinamente. Você já pensou o porquê isso acontece? Segundo pesquisadores Universidade Galway, na Irlanda, a explicação mais provável para essa dor de cabeça súbita relacionada à ingestão de coisas geladas (dor de cabeça do soverte) é que o corpo sente o frio excessivo e repentino e age de forma imediata para proteger o cérebro. Para isso, o organismo aumenta o fluxo sanguíneo de forma a evitar a queda de temperatura.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas monitoraram o cérebro de voluntários enquanto eles ingeriam água gelada, e depois repetiram o procedimento com água em temperatura ambiente. Sempre que sentiam dor de cabeça súbita, os voluntários indicavam aos cientistas. Os resultados do exame mostraram que a dor de cabeça do sorvete estava relacionada com a dilatação da artéria cerebral, sendo que assim que essa voltava à sua dimensão normal, a dor cessava.

 

Mulheres que sofrem com enxaquecas ou um histórico da doença correm riscos 36% mais altos de desenvolverem depressão nos próximos 14 anos, aponta pesquisa desenvolvida nos Estados Unidos.

As dores de cabeça frequentes vêm uma condição que afeta diversos aspectos da vida do paciente, incluindo sua vida social. Frente a isso, é compreensível que seja possível estabelecer uma ligação entre as duas doenças. Os patomecanismos da enxaqueca e da depressão também são semelhantes.

“Nós não podemos desenvolver uma conclusão forte de que se você teve enxaqueca 20 anos atrás, você ainda vai desenvolver depressão; essa é uma afirmação muito forte” explica o pesquisador Tobias Kurth. “Tudo o que nós podemos dizer é que um histórico de enxaqueca é associável a um futuro risco de desenvolvimento de depressão, e nesse risco não parece importar se você tem enxaqueca com ou sem aura ou se você tem um histórico de enxaqueca no passado”.

A pesquisa foi apresentada na 64ª reunião anual da American Academy of Neurology.

Fonte: American Academy of Neurology 64th Annual Meeting, New Orleans April 2012. Abstract #741.

Uma nova pesquisa afirma que entre as amigas e o namorado, mulheres podem deixar a amizade em segundo plano, pelo menos de acordo com os dados de ligações telefônicas. O estudo mostra que ao redor dos 20 anos, as pessoas para quem as mulheres participantes mais ligavam eram frequentemente seus parceiros amorosos. Ao chegar aos 45, elas passaram a ligar mais para suas filhas. Já os homens não apresentaram o mesmo comportamento, tendo uma conexão com uma melhor amiga durante toda a vida.

Os pesquisadores acreditam que esse padrão reflete a estratégia das mulheres ao formarem laços sociais, que são inicialmente focados em seus parceiros, e depois se voltam para os filhos.

“Para nós isso parece ser um investimento estratégico de capital social da parte da mulher que homens simplesmente não fazem”, explica o pesquisador Robin Dunbar, da Universidade de Oxford. “Você tem uma quantidade limitada de tempo, esforço e emoção que você pode investir nos seus relacionamentos, e mulheres tendem a investir fortemente em apenas um indivíduo”, completa.

A pesquisa foi publicada no periódico Nature Scientific Reports.

Já se foi o tempo em que falar sozinho era considerado coisa de louco. Pesquisa publicada no Quarterly Journal of Experimental Psychology mostra que esse comportamento não significa demência e que pode trazer benefícios cognitivos.

O comportamento de falar sozinho é considerado pelos especialistas como algo “irracional, mas inofensivo”.  Pesquisa, realizada por cientistas das universidades de Wisconsin-Madison e da Pensilvânia, mostrou, também, que grande parte das pessoas fala sozinha algumas vezes por semana, e algumas conversam consigo mesmo várias vezes ao dia.

Entre os benefícios de falar sozinho estão o de encontrar coisas perdidas ou produtos em supermercados.

 

Atividades muito visuais, como assistir filmes, fazem com que o corpo mande mais sangue para a região do cérebro que processa estímulos visuais. Mas o processo é diferente quando a pessoa está assistindo pornografia. De acordo com uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Groningen (na Holanda), o cérebro direciona o fluxo sanguíneo e energia para outros lugares, o que deixa a área responsável por estímulos visuais em repouso.

De acordo com o pesquisadore Gert Holstege, o cérebro não precisa absorver os detalhes visuais de uma cena de sexo. “Se você olha, por exemplo, para o seu computador e você tem que escrever algo, então você tem que olhar especificamente e cuidadosamente para o que você está fazendo, porque se você não fizer isso, você cometerá erros. Mas no momento em que você está assistindo filmes sexuais explícitos, isso não é necessário, porque você sabe exatamente o que está acontecendo. Não é importante se a porta é verde ou amarela”, completa.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Sexual Medicine

Pesquisa realizada na Inglaterra mostra que 25% das mulheres britânicas se autodiagnosticam através da internet. Essa prática, conhecida como Dr.Google, é mais comum do que se imagina e pode ter diversas causas. Segundo os pesquisadores, na maioria das vezes as mulheres recorrem à internet por vergonha de falar com o médico.

A pesquisa envolveu 1.000 mulheres e mostrou que um quarto delas confiam nos tratamentos que encontram na internet para doenças que consideram constrangedoras, como as doenças sexualmente transmissíveis (DST).  Segundo dados da pesquisa, daquelas que preferem usar o Dr.Google, 30% querem evitar a espera de resposta do médico e 10% optou por não contar a seus familiares e amigos sobre os problemas de saúde.

De acordo com os pesquisadores, é crescente o uso da internet para diagnostico de irregularidades na saúde, e que é possível encontrar informações úteis na rede. Contudo, a prática pode levar a falsos diagnósticos, o que pode agravar o problema ou levar ao desespero desnecessário.

Pesquisadores descobriram que a atividade cerebral de uma pessoa pode indicar se ela ganhará peso e/ou fará sexo nos próximos seis meses de sua vida.

Em um estudo, cientistas observaram a área do cérebro associada a recompensas, prazer e vícioem mulheres. Participantesem que essa área reagia mais fortemente a fotos de comidas apetitosas e imagens sexuais tinham mais chances de ganharem peso e de terem relações sexuais no futuro próximo.

“Esse estudo é interessante no sentido de que é um dos primeiros a relacionar as respostas do seu cérebro a medidas a longo prazo de comportamento”, afirma o pesquisador Bill Kelley, da Universidade Dartmouth. O pesquisador alerta que o sistema de recompensas do cérebro é apenas um fator, e o quão eficaz a pessoa é em controlar esse sistema com sua força de vontade é importante.

Muitas pessoas acham que ao fechar todas as janelas do carro estarão se protegendo da poluição. O que muitas não sabem é que o ar que se respira dentro do veículo pode ser até seis vezes mais poluído do que o ar exterior.

O grande vilão é o filtro de ar, que muitas vezes não é limpo ou trocado corretamente. A falta de manutenção desse assessório pode levar a crises alérgicas, desde as mais simples até as mais graves.

O ideal, segundo os fabricantes de produtos automotivos, é que o filtro de ar seja trocado a cada 12 meses ou 19.000 quilômetros.

 

 

Pesquisadores americanos realizaram um experimento em que foram comparados hábitos de consumo de álcool em pessoas tatuadas e indivíduos que não se encaixavam nesse grupo.

3.000 mil pessoas participaram do experimento, no qual pesquisadores pediam a clientes saindo de bares sábado a noite que fizessem o teste do bafômetro. De acordo com a análise dos resultados, entrevistados tatuados tinham tomado mais bebidas alcoólicas do que quem não tinha tatuagens.

Apesar de as tatuagens serem vistas com preconceito e pesquisas mostrarem que pessoas que as têm são mais propensas a terem comportamentos de risco (uso de drogas, sexo sem proteção, violência), é preciso ter cuidado com os pré-julgamentos. Pessoas com tatuagens não devem ser estereotipadas, e médicos devem ser cuidadosos no tratamento com tais indivíduos, sem fazer presunções sobre seus comportamentos.

A pesquisa foi publicada no periódico Alcoholism: Clinical & Experimental Research.

Pancadas na cabeça devem ser tratadas cuidadosamente, mesmo que o paciente não apresente ou sinta reações alarmantes. De acordo com pesquisadores da Loyola University Medical Center, nos Estados Unidos, um trauma na cabeça pode levar a danos permanentes, mesmo meses depois do acidente.

Especialistas explicam que as pancadas na cabeça podem causar os chamados hematomas subdurais, que são o acúmulo de sangue no cérebro. Esse sangue não necessariamente se espalha pelo cérebro rapidamente, o que pode acontecer de maneira lenta e assintomática durante dias ou semanas. Então, é possível que uma pessoa que levou uma pancada na cabeça e não procurou ajuda médica venha a apresentar sintomas dias, semanas ou, até mesmo, meses depois.

 

Dentre as pessoas que se opõe ao casamento gay, existem aquelas que acreditam que essa união poderia ameaçar os casamentos heterossexuais. Porém, de acordo com uma nova pesquisa, esses militantes não acreditam realmente que seus próprios relacionamentos estejam correndo riscos.

O estudo demonstra o efeito de percepção de terceira pessoa, quando indivíduos acreditam que outros membros da sociedade são muito mais influenciados por fatores externos (como a mídia) do que eles. Quem dá muito valor a autoridade e tradição têm chances mais altas de sofrerem esse efeito.

“Se todo mundo acredita que outras pessoas são mais afetadas do que eles são, isso simplesmente não é lógico”, explica o pesquisador Matthew Winslow, da Eastern Kentucky University, nos Estados Unidos. “Se você acredita que você não será afetado pelo (casamento gay), reconheça que provavelmente outras pessoas acreditam na mesma coisa, então a boa notícia é que provavelmente as pessoas não serão tão afetadas assim”.

A pesquisa foi publicada no periódico Social Psychology.

Que lavar as mãos é importante para evitar muitas doenças todo mundo sabe, mas tem um detalhe para o qual muitas pessoas não se atentam: a higiene das toalhas.

Estudo da Universidade de Westminster mostrou que o uso de toalhas de papel pode reduzir as bactérias nas pontas dos dedos em até 76% e nas palmas das mãos em 77%.

Locais onde o fluxo de pessoas é muito grande, como em empresas e escolas, o ideal é o uso de toalhas de papel, além de sabonete líquido.

 

Mulheres grávidas podem se sentir inseguras quanto à pratica de exercícios durante a gestação, mas estudos mostram que atividades físicas podem ser muito benéficas para a mãe e o bebê.

Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins desenvolveram uma pesquisa que avaliou os efeitos que atividades aeróbicas tinham nas mamães e nos fetos. De acordo com os resultados, os exercícios da mãe diminuíam as taxas de batimento cardíaco em descanso do bebê, um sinal de boa saúde.

Assim, o estudo aconselha que gestantes devem considerar a prática esportiva durante pelo menos 150 minutos por semana. Porém, apenas mulheres saudáveis participaram da pesquisa, que excluiu gestações com complicações,

Antes de iniciar qualquer prática esportiva, a grávida deve conversar com seu médico, para que a sua segurança e a do bebê sejam garantidas.

Estudo publicado no jornal médico Public Health Nutrition indicam que os consumidores de fast food têm até 51% mais chances de desenvolver depressão do que aquelas pessoas que mantêm uma alimentação saudável.

O estudo foi realizado na Espanha pelas universidades de Granada e Las Palmas e os cientistas identificaram uma relação dose-resposta, ou seja, quanto maior foi a ingestão de comidas fast food, maior foi a probabilidade de depressão.

De acordo com os pesquisadores, os maiores consumidores de fast food são pessoas solteiras, sedentárias e com péssimos hábitos alimentares. Foi possível identificar, também, que essas pessoas são fumantes e trabalham mais de 45 horas por semana.

Os pesquisadores consideraram como fast food hambúrgueres, sanduíches, pizzas e comidas industrializadas assadas, como croissants, doughnuts, tortinhas etc.

 

 

Pessoas que esperam viver muito tempo tomam decisões diferentes das pessoas que acreditam que irão morrer jovens. O fenômeno pode ser subconsciente, o que faz com que os indivíduos nem mesmo percebam o padrão de suas decisões.

“Não é como se você estivesse pensando sobre quanto tempo você tem que viver”, explica Daniel Krupp que desenvolveu uma pesquisa sobre o tema na Queen’s University, no Canadá. “Não tem que ser o tipo de decisão lógica, fria e racional. Também pode ser emocional. Você sente que você quer ter um bebê logo; você sente que você que se casar agora.”

As escolhas afetam, por exemplo, maiores ou menores investimentos em educação e a idade em que a pessoa decide se casar. Indivíduos que esperam viver menos se casam mais cedo e se dedicam menos aos estudos.

A exposição constante a esmaltes pode provocar danos à saúde, especialmente de manicures e pedicures que os manipulam durante longos períodos. A afirmação está presente no relatório Controle de Substâncias Tóxicas, produzido por um departamento do governo da Califórnia, nos Estados Unidos.

Segundo o relatório, um estudo realizado em 2008, esses produtos contêm substancias tóxicas, como o formaldeído, tolueno e dibutil ftalato, trio que está ligado ao câncer e a defeitos de nascimento. Os pesquisadores fazem um alerta: em muitos dos produtos analisados, o rótulo não informava a presença de tais substâncias e ainda se intitulavam como “não tóxicos”.

 

Pessoas que têm sentimentos fortes contra homossexuais podem estar lutando contra seus próprios desejos secretos por pessoas do mesmo sexo.

Uma nova pesquisa desenvolvida na Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que possuem visões hostis em relação à homossexualidade podem ter essas tendências, mas lutar contra elas e escondê-las de outras pessoas. A homofobia pode se originar também a partir de pais autoritários, com opiniões fortes contra os gays.

“Esse estudo mostra que se você tem aquele sentimento de reação visceral em relação a um grupo (social), se pergunte ‘por quê?’”, explica o pesquisador Richard Ryan. “Essas emoções intensas deveriam servir como uma chamada para auto-reflexão”.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Personality and Social Psychology.

Qual mulher não quer ter cabelos bonitos, saudáveis, brilhantes e sedosos? Para alcançar tal objetivo, boa parte delas gasta muitas horas em salão e muito dinheiro com produtos caros que prometem deixar o cabelo tão bonito como aqueles que aparecem nos comerciais. Contudo, o que essas mulheres talvez não saibam é que a beleza dos fios começa de dentro para fora. A ideia é simples, um corpo bem nutrido resulta em cabelos mais fortes.

Sementes como lentilhas e feijão fornecem proteína e nutrientes essenciais para a constituição do cabelo, como ferro, zinco e biotina. Outros alimentos, como a sardinha e o salmão, ricos Omega-3, aqueles que contêm proteínas, ferro e vitamina B12,m além de sementes moídas de linhaça e nozes, que são ricos em ácidos graxos essenciais, contribuem para um cabelo forte e brilhante.

 

 

Nos dias de hoje é normal que crianças consumam refrigerantes com frequência, mas a bebida pode oferecer riscos à saúde. As altas quantidades de açúcar fazem com que refrigerantes estejam relacionados à obesidade e à diabetes tipo 2.

Uma pesquisa desenvolvida na Bélgica mostrou que em famílias de maior renda, o consumo dessas bebidas era 42% menor do que o consumo em famílias com rendas mais baixas. Isso pode ser explicado através da atitude dos pais, que não ofereciam refrigerantes como acompanhamentos para refeições, não permitiam que as crianças tomassem refrigerante quando quisessem e não mantinham o produto dentro de casa.

“Os pais têm uma influência grande através da comida que eles disponibilizam aos seus filhos, seus próprios comportamentos nutricionais e práticas de alimentação das crianças”, afirmam os pesquisadores. Explicar os riscos de consumo de alimentos insalubres é importante, mas a restringir a presença dos refrigerantes em casa pode ser a estratégia mais eficaz de prevenção do consumo.

A pesquisa foi publicada no periódico Appetite.

Não é novidade que os antibióticos vêm sendo usados de maneira excessiva pela maior parte das pessoas do mundo. Esse uso descontrolado tem provocado o fortalecimento das bactérias, tornando-as mais resistentes – as chamadas superbactérias perigosas. Contudo, pesquisadores da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, descobriram que essas drogas estão afetando as bactérias que fazem parte do nosso organismo, especialmente as da flora intestinal.

Durante as pesquisas surgiram indícios de que o uso prolongado de antibióticos está levando ao aumento de peso. Para checarem essa informação os cientistas deram doses seguidas de penicilina para animais de laboratório desde a sua infância e depois de 30 semanas, já na fase adulta, os animais que receberam o antibiótico estavam de 10% a 15% maiores e com o dobro de gordura do que os animais do grupo controle. A flora intestinal dos animais que receberam as drogas apresentavam menores níveis de bactérias benéficas que são associadas a um menor risco de recorrência de câncer.

 

 

Perfis

Natália Barbosa
Jornalista e colaboradora de Boa Saúde

Ana Cláudia Xavier
Jornalista e colaboradora de Boa Saúde

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